sexta-feira, 1 de abril de 2011

Entrevista de 6ª - Mafalda Coutinho fala sobre televisão

Hoje é sexta, logo há mais uma Entrevista de 6ª. Depois de uma semana a quebrar a monotonia, voltamos ao mesmo: raparigas portuenses. Desta vez, contamos com @mafaldacoutinho, ou, como o nome da conta do Twitter indica, Mafalda Coutinho, a falar sobre televisão. Será que para a semana a tradição se irá manter? É esperar para ver...


Boa tarde, Mafalda!
Boa tarde, Luís.

Antes da tua apresentação, já que, obviamente, não interessas a ninguém, vou-te fazer outra questão: por que motivo aceitaste ser entrevistada? 
Agradeço desde já a relevância. Porque gosto de responder a questionários.

Se pensas que isto é um questionário, estás enganada. Eu acho que quiseste porque queres ter publicidade gratuita no blog. É verdade?
Bem, verdade seja dita que também gosto de ganhar followers (risos). Mas nem tinha pensado nisso.

Claro que não. Então, podes-te apresentar, desde que não utilizes uma longa lista de adjectivos, como já foi feito anteriormente.
Olá. Sou a Mafalda. Tenho 16 anos e sou do norte. Pronto, já 'tá.

Do Norte? Com ou sem papas na língua?
Sem. Sempre.

Espero que digas algumas verdades aos senhores que comandam as televisões portuguesas, porque o tema desta semana é mesmo esse: a televisão. Qual era o teu brinquedo preferido de infância? A televisão ou nem por isso?
Não. As fashion Polly (risos).

Sinto muito, mas não conheço. Considera-las os teus brinquedos favoritos por algum motivo em especial?
Podia criar as minhas próprias histórias nelas.

No fundo, como as actuais novelas, não? Mas escritas, encenadas e representadas por ti...
Sim, de facto as actuais novelas tem histórias tanto ou mais ridículas do que as que eu inventava com 7 anos. Mas as minhas sempre tinham menos sexo (risos).

Desde quando começaste a ver televisão?
Desde que nasci, digo eu. Mas na minha altura não havia Baby Tv.

Pois, esta juventude acordou com tudo a seus pés. Lembras-te do que costumavas ver?
Teletubies, Canal Panda e Cartoon Network.

E actualmente, qual é o teu canal de televisão preferido?
SIC. Isto porque o meu Nickelodeon foi codificado.

E achas que Portugal tem talento? Ou preferes outro tipo de programas?
Portugal tem talento, mas não está neste programa grande coisa. Gosto deste tipo de programas quando tem algo de jeito. Mas não são os meu preferidos.

Então a pergunta impõe-se: quais são os teus programas preferidos ou qual é o teu tipo de programa preferido?
Não tenho bem um 'tipo' preferido. Mas os meu programas preferidos são as séries de desenhos animados da Fox (Simpsons, American Dad e Family Guy) e os Portugueses pelo mundo que passa na RTP.

Se nenhum desses programas é transmitido na SIC, então porque a elegeste como canal favorito?
Também pensei nisso quando respondi, mas porque nesses canais só gosto desses programas, na SIC abrange uma maior quantidade de programas que gosto.

Como por exemplo?
Laços de Sangue, e antes tinha os Ídolos.

Costumas ver os resultados audiométricos das televisões?
Não. Mas tenho consciência que o que ganha são as novelas da TV ou quaisquer programas que procurem sensionalismo.

Portanto, qual achas que é a televisão líder em Portugal?
TVI, sem dúvida.

Sabias que a televisão por cabo, no mês de Fevereiro, ficou em 2º lugar? Pela primeira vez, costuma ficar sempre em 4º...
Qual é a diferença?

A diferença é que o conjunto de canais por cabo já passaram em Fevereiro a RTP1 e a SIC e, talvez num espaço de poucos anos, seja quem irá liderar.
Não sei se hei de achar isso bom ou mau.

Eu penso que só demonstra a falta de diversidade das generalistas e a imensa variedade dos canais por cabo.
Sim, de facto. Mas às vezes há aquela mentalidade de que tudo o que é Português não presta.

O que achas da televisão portuguesa?
Temos bons programas, mas as televisões como é óbvio dão mais aquilo que as pessoas mais vêm. As população portuguesa adora tudo o que seja sensionalista, vida dos outros, desgraças, trajédias, sexo. Ah, e futebol. É lamentável que a televisão portuguesa tenha isto por base, mas a culpa é das mentalidades.

E essas mentalidades não serão influenciadas pela própria televisão?
Não creio. É um ciclo vicioso.

Mas a televisão não traz benefícios?
Claro que sim, não disse que era tudo mau.

Quais achas que são as grandes vantagens da televisão?
Por ser um meio de comunicação social acessível a praticamente toda a gente, trata rapidamente da difusão de notícias que sejam importantes. Ou seja, a informação rápida, actual e de certa forma precisa, é uma das grandes vantagens. Por outro lado é claro que é um enorme entretenimento que agrada praticamente toda a gente. É a única companhia de muitos milhares de pessoas.

Pois é, é a grande companhia de milhares de pessoas. Porque achas que nos ligamos tanto à televisão e por tanto tempo?
Precisamente por nos entreter e nos fazer 'companhia'.

Essa 'companhia' gera frequentemente educação das crianças e jovens (e não só) ou a maior parte é 'lixo'?
Há de tudo, há que saber seleccionar. Daí o problema das mentalidades.

Se pudesses criar um programa teu, como seria, com que conteúdos contaria e por quem seria apresentado?
Questão complicada essa... Bem, por alguma coisa estou em ciências e tecnologias, não tenho jeito para produção de televisão (risos).

Então eu reformulo a questão: qual seria o programa ideal para tu veres? Podes pensar, por exemplo, no teu preferido, e mudares algumas coisas que aches que estejam menos bem.
Não sei bem. Mas para mim o programa ideal teria que ter cultura sem ser maçador, teria que ter alguma comédia e mostrar coisas interessantes por esse mundo fora, sei lá.

Para finalizar, gostaria que comentasses a seguinte frase de Groucho Marx: "Considero a televisão muito educativa: cada vez que alguém a liga, na sala, vou para o quarto ler um livro."
Isso dá que pensar. É certo que os livros na maioria dos casos infelizmente são bastante mais educativos que a televisão. No entando, a televisão não é só educativa como é um divertimento. Acho demasiado radical essa frase. A televisão também pode ser educativa. E pode trazer coisas que os livros não trazem. E vice-versa. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.

E agora o momento da publicidade da tua conta do Twitter: é tudo aceite menos links para vírus.
Eu não tenho o mínimo jeito para propaganda. Quem quiser que siga [@mafaldacoutinho], eu sigo sempre de volta. É só.

Recomendas alguém no Twitter, para além de ti própria?
@RealDrPepper, @Piadas_Power, @frasesdomundo, @FrasesPicantes...

Agora que finalmente isto acabou, já podemos dizer que foi uma grande perda de tempo, não é? Ou fica mal na mesma?
Não achei (risos).

Então? Gostaste?
Sim.

Eu não. Mas obrigado na mesma e até à próxima (se o Twitter deixar)!
Que querido...


@lppc90

sexta-feira, 25 de março de 2011

Entrevista de 6ª - Luís Pinto apresenta a teoria que defende sobre a origem humana e fala sobre o seu projecto

Boa Tarde, Luís! Tenho que mudar a saudação inicial, que isto sempre igual aborrece...
Boa tarde Luís! Agora é que levaste com resposta igual (risos).

Vá, vamos lá despachar isto que eu tenho mais que fazer. Aviso já que esta entrevista está a ser feita ao som de 'Jennifer Lopez - On The Floor' (a ouvir pela primeira vez a nova estreia dela), portanto é óbvio que não vai sair nada de jeito.
J-Lo? Deste lado está a dar Nirvana, grande mistura.

É, estou a ouvir a nova música dela tipo discoteca.
Não ouvi, nem tenho interesse, fico-me pelo Kurt Cobain.

Fazes bem, ouvir mortos é sempre bom. Isto também é sempre igual: só "on the floor", "on the floor", ... Vamos directos ao assunto porque obviamente que toda a gente te conhece e dispensas apresentações.
Então não conhecem (risos). Luís Pinto, 17 anos e sou da Madeira. Isto basta!

Eu disse para não te apresentares... Por acaso sabes sobre o que vamos falar hoje?
Extraterrestres e as minhas teorias malucas (risos).

Boa, boa... Pode ser que os meus dois leitores gostem. Podes começar a apresentar a tua teoria... vamos lá ver o que vai sair daí.
A teoria não é minha e é defendida por muita gente. Vamos por partes:
1 - A Terra é um planeta recente;
2 - O ADN é de uma complexidade enorme;
3 - O ADN não teve tempo suficiente para se desenvolver, ao termos em conta aos anos que o nosso planeta existe.
Segunda parte:
1 - Os humanos imaginam um Deus à sua semelhança;
2 - O Deus poderá ter sido um ser extraterrestre;
3 - Esse mesmo Deus enviou o ADN para o nosso planeta numa espécie de experiência;
4 - Os extraterrestres somos NÓS!

Espera lá só um bocado. Preciso de pensar nas perguntas, apanhaste-me desprevenido. Ou então só tenho coisas mais importantes para fazer neste momento.
Pensa, pensa. Tu e os três leitores. Sim, três porque eu tenciono ler isto.

[10 minutos depois...]
E porque defendes essa teoria?
ADN.
Fonte
Porque é a que faz mais lógica sobre a existência dos humanos. Que sentido faz sermos descendentes dos macacos? É que quem se lembrou disse encontrava-se (ligeiramente) alcoolizado.

É uma teoria como outra qualquer. Todos os que criam essas teorias estão ligeiramente alcoolizados. Quem é que, no seu perfeito juízo, tenta investigar isso?
É algo curioso de se tentar descobrir, mas convém ter um bom fundamento. É tal e qual os mitos urbanos. Muita gente adora o mistério, tal como eu, mas é preciso que o mito seja bem "desenhado". Há mitos que não fazem o mínimo de sentido.

E tu já estás a tentar levar isto para os mitos urbanos? Antes disso eu quero desmontar, peça a peça, essa teoria. Responde-me com sinceridade: se a Terra é recente, então eu sou o quê? Uma super-nova?
Peça a peça? (risos). Sim, a Terra é recente quando comparada com outros planetas e estrelas do universo. Ainda para mais quando é o único planeta em que se conhece algo como o ADN, algo não faz sentido. Ou melhor, nada neste planeta faz sentido.

Qual é o problema? A Terra é basicamente um bocado de plasticina que endureceu com uns vermes que não sabem conviver. Para além disso, o ADN é complexo, sim, mas em pouco tempo não se podem ter formado coisas complexas? Nós é que não somos inteligentes o suficiente para perceber certas coisas. Pode ser que, um dia, na Era dos Robôs, tudo faça sentido. Até lá, porque não viver a vida?
Nem eu digo o contrário, a Terra é exactamente isso, o ADN não. O problema disto tudo é o ADN. Apenas 5 ou é 10% do ADN foi desvendado. É algo demasiado complexo para tão poucos milhões de anos. A informação que nos é dada através dos 10% do ADN já é imensa e quem sabe nos outros 90% não está escondida a nossa origem. Nós somos seres inteligentes, mas o ADN não é só complexo para a nossa inteligência, é complexo na sua formação. Nem eu deixo de viver a vida por causa disto, é só uma teoria sobre o início. E em todo o mundo, é defendida por um grande número de cientistas.

Nós devíamos era ficar quietos. Não se sabe já que cada resposta implica mais perguntas?
Mas nós como seres inteligentes queremos saber sempre mais. Qual é o interesse de se saber tudo? A emoção está no descobrir coisas novas.

Na minha opinião, isso é discutível. Só para que conste, ateu como sou, eu não acredito em nenhum deus. Mas o convidado és tu e tu é que tens que dar a opinião. Portanto, eu não vou tentar ir contra ti e milhares de cientistas. Não tens mais nada de interessante para discutir?
O entrevistador és tu, escolhes tu o tema.

Supostamente era para responderes que terias muito interesse em falar sobre a tua iniciativa do passado dia 10 de Março.
Por mim, vamos a isso...

Explica-nos: no que constou esse projecto?
Foi um projecto que surgiu em Área de Projecto, sendo que o tema da turma foi o de Valorizar a Madeira e ao dividir por grupo, calhou-nos a "Monotonia das Ruas". A partir daí, tivemos um monte de ideias, mas a que utilizamos foi a mais indicada para o subtema e para a valorização das tradições.
Lá no meio das nossas discussões surgiu então a ideia de um Grand Freeze, adaptado ao nosso tema. Reunimos objectos tradicionais, criamos uma t-shirt para o evento e passamos cerca de dois meses a planear tudo para que corresse tudo bem, informamos a comunicação social e eles até fizeram o favor de aparecer.

Que perspectivas tinhas? O público iria aderir?
Ao início era contra este subtema. A animação das ruas é um cargo da respectiva Câmara Municipal, não é algo que um grupo de alunos de 12º ano tenha que resolver. Ao início, tinhamos ideia de que o projecto decorresse noutro local mais movimentado, mas como a Câmara não autorizou tivemos que realizar noutro local, um pouco menos movimentado. Mas mantive-me confiante do sucesso do projecto.


Continuas com a mesma opinião, depois do evento?
Sim, foi um sucesso! Ainda para mais, aparecemos em dois jornais de cá [Diário Cidade (11 de Março de 2011) - referência na 3ª página], ambos com mais de 20000 exemplares diários, se considerarmos que cada é lido por duas ou três pessoas, tornou-se um projecto com grande visibilidade.


Porque consideras que as tradições madeirenses se estão a perder, principalmente nas cidades?
Não são só as tradições madeirenses, isto vê-se por todo o país. Hoje em dia, com as novas tecnologias, poucas são as pessoas que se lembram dos objectos tradicionais da sua região. Outros, por exemplo, sabem que existem mas não os usam. Muitos desses objectos "arcaicos" seriam o suficiente para resolver problemas casuais do nosso dia-a-dia que por vezes não sabemos como resolver.

Que situações consideras mais recorrentes que exemplificam que esses objectos nos ajudariam a executar determinadas tarefas com maior eficácia?

Pegando nos exemplos mais comuns, muitas vezes as pessoas têm dificuldade no transporte de grandes quantidades de líquidos devido ao grande número de garrafas que transportam e, no caso de utilizarem garrafões (não os de água, os artesanais), conseguiriam transportar tudo em apenas um ou dois.

Acreditas que as tradições ainda se podem preservar ou as novas tecnologias e o multiculturalismo irão extingui-las?
Acredito que irão sobreviver. Irá chegar a uma altura em que este processo de globalização irá fartar às pessoas e vão voltar a recorrer ao divertimento do tempo dos nossos avós. Não me admirava nada se, daqui a 10 ou 15 anos, os piões de madeira e os carros de pau voltassem a ser um sucesso entre a juventude.

Na verdade, os berlindes estão de regresso às escolas. Há quem defenda até que regressamos aos anos 80, pelas roupas, música, entre outros.
A vida é um processo cíclico, não me admiro com isso. Ainda estamos no começo, esta "nova" moda está aqui para durar.

Se este não fosse um projecto curricular, arriscar-te-ias a criá-lo por "conta própria"?
O produto final sim, o conceito não. Eu sou das tais pessoas que conhece os objectos mas não os utiliza, mas o Grand Freeze foi algo divertido de se realizar.

No artigo do Diário Cidade, pode ler-se que, no futuro, pretendem continuar com esta acção por outros locais citadinos. Já há mais algum agendado?
Agendado ainda não, esta é altura de testes e nas férias da Páscoa parte dos participantes vão participar na viagem de finalistas, pelo que novidades só mesmo no mês de Maio.

Passemos então ao momento publicitário. O que podem as pessoas encontrar se te seguirem, em @Luispintooo?
Eu! Vá, tweets sérios, tweets (muito) parvos e uma pessoa pronta a criticar tudo.

Obrigado pelo teu tempo e, quando tiveres novidades, avisa!
Claro, basta perguntar pelo Twitter!

sexta-feira, 18 de março de 2011

Entrevista de 6ª - Sara Delgado fala sobre tabaco, álcool e drogas

A segunda convidada da Entrevista de 6ª é a Sara Delgado, cuja conta no Twitter é @_SaraFilipa_. Sim, eu sei: outra rapariga? do Porto? Mas desta vez prometo que a entrevista será mais interessante (ou não). Prometo que para a semana teremos um convidado.

Boa tarde, Filipa!
Olá Luís, boa tarde! Podes-me chamar Sara, normalmente é como as pessoas me conhecem.

Desculpa, é Sara, enganei-me (risos).
Não tem mal nenhum (risos).

Então, Sara, antes de passarmos para o tema em si, é melhor apresentares-te. O que consideras relevante dizer?
Eu chamo-me Sara, tenho 19 anos, sou do Porto, estou a estudar na ESTSP, no 2º ano do curso de saúde ambiental. Sou, como dá para ver, uma pessoa bastante ligada às questões ambientais e da saúde humana, em termos mais pessoais considero-me bastante amiga, simpática, preocupada, orgulhosa e às vezes um bocado chata (risos).

Como te avaliarias, de 1 (nada esquisita) a 10 (muitíssimo esquisita), comparando com os que te rodeiam?
Talvez um 6 seja o mais justo... dependendo um bocadinho das situações, sou esquisita!

Acho que somos todos, pelo menos um pouco (risos). O que achaste da entrevista da semana passada, à @MarianaCamposR?
Achei que a entrevista estava muito interessante, gosto do tema (adoro roupa), e achei as perguntas muito pertinentes, bem enquadradas com o tema e com as respostas dadas pela Mariana.

Obrigado! Em relação ao tema desta semana, pensaste nalguma coisa sobre a qual gostasses de falar ou dar a tua opinião?
Tentei pensar em algumas coisas, mas não me surgiu nenhuma ideia... Na verdade, não existe nenhum tema com o qual tenha preferência para falar.

O que achas do polémico assunto "tabaco, álcool e drogas"?
Fonte
É um assunto que, infelizmente, afecta cada dia mais pessoas, e daquilo que vejo e apesar de toda a informação disponível, de todos os alertas lançados no sentido de os irradicar, está a afectar cada vez mais a juventude do nosso país.

Sentes-te à-vontade para falar sobre ele?
Sim, sim. Não tenho problemas em falar sobre o assunto.

Como disseste, já foram lançados vários alertas. Achas que há ainda coisas a fazer no âmbito das campanhas de sensibilização?
Apesar de todas as campanhas que são feitas, acho que nunca é demais investir na sensibilização... Tem sempre os seus efeitos, as pessoas acabam por ver tantas vezes que interiorizam a mensagem. Principalmente quando são campanhas chocantes, as pessoas acabam por nunca esquecer.

Que campanha farias? Apostarias numa mais chocante?
Sim, sem dúvida. Todas as campanhas que me recordo, assim mais antigas, eram aquelas que eram mais chocantes e muitas vezes baseadas em factos reais, com pessoas que sofreram de algum mal e agora participavam nas campanhas para alertar as pessoas. Apostaria nisso, acho que são sempre as que tem mais resultado.

E, neste momento, estás disposta a passar à acção?
Não posso participar no sentido de dar a minha opinião por já ter sofrido de algum desse mal (risos), mas sim, era interessante participar numa acção de sensibilização sobre o assunto.

E porque não tu própria tentares criar uma campanha no Porto?
Neste momento acho que não tenho meios para isso, normalmente há sempre instituições do 'tema central' que estão por detrás dessas acções, mas poderia tornar-me parte delas e aí participar...

Se já tanto foi feito, qual será, afinal, o problema?
É uma boa questão... Não sei, acho que muitas vezes as pessoas refugiam-se no alcóol e no tabaco quando tem problemas, para esquecer talvez... No caso do tabaco, acho que é mais o facto de socialmente 'ficar bem'. Conheço muita gente que fuma porque os amigos o fazem e não pelo facto de serem viciados. No início, penso que os motivos andarão um bocadinho à volta disto, depois tornam-se vícios e às vezes as pessoas até querem deixar mas não conseguem e só vão lá com ajuda.

Quando foi a primeira vez que experimentaste tabaco?
Nunca fumei! Nunca tive grande curiosidade em experimentar, não percebo o fascínio por aquele fumo todo (risos).

Nunca? Muito bem... Então e em relação a bebidas alcoólicas?
Não, nunca fumei mesmo. Quanto a bebidas alcoólicas o assunto já é outro! Acho que a primeira vez foi quando comecei a sair com amigos, por volta dos 15 anos.

Quais foram os motivos? Curiosidade? 'Ficar bem' socialmente, como dizias há pouco?
Curiosidade, sim. Experimentar qual era a sensação. Naquela idade também foi o 'ficar bem' socialmente, toda a gente que conhecia bebia e também queria fazer parte disso. Actualmente, bebo porque gosto.

Qual foi a tua primeira reacção ao experimentar?
Não estava habituada, foi algo estranho... Fiquei alegre com pouco (risos), mas gostei e a partir daí continuei a beber. É uma sensação nova, um misto de surpresa e de alegria.

Actualmente bebes porque gostas. Com que regularidade?
Nunca mais que duas vezes por mês. Por exemplo, agora que estou em aulas, organizamos jantares de curso uma vez por mês e aí acabo por beber. De resto, só se sair outra vez que tenha uma festa de aniversário, mas é raro.
Fonte

Quais são as tuas bebidas preferidas?
Vodka e cerveja. E vinho do Porto (risos).

Consideras que alguma vez ficaste bêbada?
Sim. Não de todas as vezes que bebo, mas uma vez pelo menos já fiquei.

Isso trouxe-te alguma vantagem ou algum problema?
Nenhuma vantagem, uma ressaca no dia seguinte (risos). Não me diverti mais pelo facto de ter fiado bêbeda.

E queres confidenciar-nos alguma coisa em relação a químicos-que-alteram-o-humor, chamemos-lhes assim?
Gostei do nome que lhes deste (risos). Nunca experimentei também, mas conheço quem dê uso quando vai sair... Sinceramente, prefiro viver com as minhas limitações e vir para casa quando estou cansada do que ficar toda a noite numa discoteca só por causa dos famosos químicos.

Achas que as ditas "drogas leves" deveriam ser legalizadas?
Na minha opinião, não. O que iria acontecer muito provavelmente é que se ia verificar um abuso das mesmas, principalmente por quem nem tem idade para andar nestes meios sociais...
Fonte

És a favor, contra ou indiferente em relação a quem fuma, bebe álcool e toma drogas?
Sou indiferente a quem fuma, desde que não o façam quando estou a comer, é uma coisa que não suporto, sou completamente a favor da lei do tabaco (risos). Tenho vários amigos que fumam e não tenho nada contra isso...
A quem bebe álcool, desde que não exagerem, não o façam constantemente e e não prejudiquem a sua saúde, até sou a favor... há quem defenda que um copo de vinho faz bem à saúde (risos).
Quanto a quem toma drogas, sou contra, por assim dizer. Estão a prejudicar-se gravemente e essas pessoas devem procurar ajuda, quando se torna sistemático.

Acho que é uma boa conclusão. Como tu já estás farta de mim e eu de ti, vamos lá despachar isto, passando ao momento "publicitário" (risos). Para quem não te conhece no Twitter, és a @_SaraFilipa_. Que motivos dás às pessoas para te seguirem?
Bela maneira de me despachar (risos). Sigam-me, eu sou uma menina querida (bem lá no fundo) com mau feitio e com tendências depressivas no Twitter, partilhem a vossa dor comigo (risos).

Recomendarias alguém para os leitores seguirem? Para além de ti, é óbvio (risos).
Recomendo que te sigam a ti [@lppc90] e que te ajudem neste projecto (risos).

Obrigado! Já agora, quero receber uma comissão por cada seguidor que receberes depois da entrevista estar publicada. Para finalizar, o que achaste da entrevista?
Funciona para os dois lados, que eu também te recomendei a ti (risos). Acho que este projecto está muito interessante, gostei da entrevista. Adoro participar nestas coisas! Nunca tinha reflectido tanto no assunto como agora...

Muito obrigado, e até à próxima!
De nada! Até à próxima.


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@lppc90

sexta-feira, 11 de março de 2011

Entrevista de 6ª - Mariana Ribeiro fala sobre roupa

A primeira convidada da Entrevista de 6ª, a twitteiros portugueses, é Mariana Ribeiro, talvez mais conhecida como @MarianaCamposR. A jovem rapariga do Porto irá dar-nos a conhecer algumas das suas preferências no que diz respeito à roupa e a sua opinião sobre a moda.


Boa tarde, Mariana! Obrigado por teres aceite o convite.
Boa Tarde, Luís! De nada.
[Nem imaginas o quanto é que eu me estou a rir feita parva para o computador por causa dessa "boa tarde"... (risos)]

Para quem não te conhece, como te apresentarias e caracterizarias? E numa única palavra?
Sou desajeitada, distraída, sonhadora, faladora, mal humorada, teimosa, simpática e bipolar. Descrevendo-me numa única palavra, sou irritante.

É impressão minha ou essa é a tua bio do Twitter?
É (risos). Tu só me fazes perguntas difíceis.

Se achas que estas perguntas são difíceis, espera pelas próximas...Vestuário é o tema desta semana, parece-te bem?
Claro... se não houvesse vestuário as pessoas andavam nuas...

Era essa a questão que te ia colocar a seguir: andas mais tempo nua ou vestida?
Vestida.

Vestida parece-me bem... o que preferes vestir?
Coisas simples e confortáveis, como calças de ganga, vestidos, T-shirts.

Sabias que, segundo um estudo britânico, as calças de ganga são a peça de vestuário mais económica?
Não, mas as lojas acabam por ter necessidade de baixarem os preços porque a maioria das pessoas as compra.

Tens algumas calças de ganga favoritas ou nem por isso?
Não.

E outra peça de roupa?
Não tenho nenhuma peça de roupa favorita :/

Não? Nem mesmo que te tenha sido oferecida ou que tenha sido comprada em condições especiais?
Tenho... umas sapatilhas Vans, porque gosto muito delas e foi uma pessoa de que gosto muito que mas trouxe de Londres.

Pode saber-se quem?
Uma amiga.

Como é que se parecem?
Posso enviar-te uma imagem? [ao lado]

Usa-las muito ou acabas por as deixar em casa para não se estragarem?
Não as uso muito nem pouco, uso-as quando me apetece.


Que tipo de roupa costumas comprar mais?
Costumo comprar mais camisolas, por norma t-shirt's (o XS ou o S) porque são práticas e confortáveis, ou básicas ou com coisinhas desenhadas...


Não ligas muito a roupa, pois não?
Ligar até ligo. Adoro ir às compras e essas coisas mas não sou viciada em roupa, prefiro outras coisas...

Onde preferes comprar roupa?
Não tenho nenhum sítio nem loja preferida para comprar roupa. Simplemente quando gosto de uma peça de roupa compro-a.

Mas costumas andar pelos centros comerciais regularmente?
Sim. Por norma vou a shoppings perto do Porto, como Parque Nascente, Arrabida Shopping, Norte Shopping... depende daquilo que pretendo comprar.

Com quem costumas ir aos centros comerciais?
Ou com amigas ou com a minha mãe.

Algo combinado ou espontâneo?
Depende, com as amigas por norma é combinado, com a mãe é espontâneo.

Porque achas que há tanto fascínio em torno da roupa e dos centros comerciais?
Porque são o melhor sitio para não ficar deprimida, pelo menos para uma mulher.

Costumas ter a noção do que estás a gastar ao comprar uma peça de roupa?
Por norma sim, mas de vez em quando tenho aqueles momentos de loucura que nem sequer olho para o preço.

O que pensas sobre a moda?
É uma autentica treta. Na minha opinião uma pessoa deve vestir aquilo que bem lhe apetecer, o que lhe ficar bem e o que ela gostar, ser aquilo que ela é, no fundo, e não seguir tendências estúpidas que duram pouco tempo e que deixam de ser moda num abrir e piscar de olhos, ou seja, duram um ano e depois desaparecem.

As modelos e os anúncios de televisão sobre roupas e coisas do género são ridículos. No fundo aquelas pessoas não são assim. Por trás daquilo existe imensa produção para as pôr bonitas. No fundo elas são iguais a qualquer mulher, talvez mais otárias, mas cheias de coisas na cara e no cabelo. Achava muito mais bonito colocarem mulheres "normais".

O que são para ti, mulheres "normais"?
Uma mulher "normal" é aquela que nao esconde a sua beleza natural, que não se maquilha exageradamente, nem finge ser uma coisa que nao e.

Porque achas que actualmente, a mulher-padrão têm que ser as actuais modelos?
Para as outras mulheres se sentirem deprimidas e feias (risos). A mulher padrão não tem que ser essa. Só é porque não existe alguém capaz de compreender que uma mulher "normal" pode ser muito mais perfeita do que uma cheia de maquilhagem.

O que pensas fazer para mudar a visão de moda em Portugal?
Se tivesse algum poder na moda, faria desfiles de moda com mulheres gordinhas e sem maquiagem.

Achas que desse modo chamarias a atenção das pessoas, que te iriam considerar original?
Chamar atenção era capaz de chamar, mas talvez a ideia não fosse muito original.

Isso é modéstia ou não consideras que fazer um concurso com pessoas que todos conhecemos não seria original?
Sim, seria.

Escreves no teu twitter muitos artigos acerca de roupa?
Não, é raro. Não tenho paciência.


Já agora, se os leitores têm Twitter, porque motivos te deveriam seguir, em @MarianaCamposR?
Se me quiserem seguir, sigam; se não quiserem, também não me importo.

O que vais fazer nesta sexta-feira, depois da entrevista?
Provavelmente vou jantar.

Obrigado pela entrevista e até à próxima!


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@lppc90

quinta-feira, 10 de março de 2011

O Dia Mundial do Rim

Apesar do dia estar quase, quase a acabar, acho que ainda vou a tempo de mandar uns bitaites sobre isto informar que hoje, dia 10 de Março, temos uma grande efeméride que ninguém conhecia: o Dia Mundial do Rim.

Fonte

O Twitter cada vez mais demonstra que não é inútil. Provou-se isso hoje mesmo: através dele, mais propriamente da sempre querida sempre mal-disposta minha querida seguidora e que eu também sigo, @SaraFilipa_*, descobri que hoje é o Dia Mundial do Rim. Ah, e como se fosse muito importante, foi a mãe da Sara que a informou, ou seja, que me informou directamente.

Por outro lado, pesquisei sobre este dia, e descobri mais algumas coisas. Se pensa que o Dia Mundial do Rim é o dia 10 de Março, desengane-se. É a segunda quinta-feira do nosso terceiro mês... O ano passado destacou-se a relação entre diabetes e o rim, enquanto que em 2009 se enfatizou a sua relação com a hipertensão arterial. Este ano, é com o coração. Parece que só nestes dias é que se lembram da saúde.

Eu tenho, obrigatoriamente, que fazer duas perguntas sobre isto:

  • Para que servem este tipo de efemérides se ninguém as conhece?
  • Para que servem este tipo de efemérides se nada se faz para lutar contra tal?

Curioso como sou, tentei, como é óbvio, tentar auto-responder-me. Cheguei às seguintes conclusões:
  • Para que servem este tipo de efemérides se ninguém as conhece?
Grande questão. Eu às vezes sou um génio. O problema é que responder a esta questão é complicado. Porém, o que mais me custa não é arranjar uma resposta que se faz depois de gastar um pouco os neurónios. É que isso levantará mais questões. Afinal, isto é apenas outra efeméride como "Dia do que-não-come-depois-de-lavar-os-dentes" ou "Dia dos rios-ácidos-nórdicos-sem-poluição"... Que algo que novo trás? Todos os dias existem efemérides, e mais que uma por dia. São noticiadas? Não. As pessoas têm conhecimento? Raramente.
Por isso faço questão de repetir: se ninguém as conhece, não seria melhor ter apenas poucas, mas que realmente se fizesse algo sobre elas? A minha próxima interrogação vem no seguimento desta.

  • Para que servem este tipo de efemérides se nada se faz para lutar contra tal?
Apenas costumo ver que se faz algo realmente nos Dias do Cancro ou Não-Fumador. Há o Dia da Árvore e não se vêm campanhas. Há o Dia do Rim, do qual eu não tinha conhecimento. E, curiosamente, não há nada que se faça por isso. Qual é, afinal, o objectivo e o significado destas efemérides? 
Contudo, eu pareço estar enganado. Por exemplo, a clínica do Centro de Diagnóstico e Aprendizagem de Análises Clínicas realizou hoje, em Cabinda, testes de análises de sangue e urina em saudação deste dia que hoje se comemora.

Como constataram não cheguei a conclusão alguma. Respostas procuram-se.


* Só amanhã estreiam as Entrevistas de 6ª, mas penso que, já que falo nela, posso adiantar que será a segunda convidada.

@lppc90

segunda-feira, 7 de março de 2011

As mulheres experimentam cerca de 480 peças de roupa por ano

"Acho que vou experimentar só esta saia. Ah, e este vestido também. E também pode ser o...". Infelicidade a nossa, de namorados, maridos ou apenas amigos, que ficam horas a fio à porta dos vestiários à espera que as mulheres se decidam, enquanto dizem que é só este e mais este mas afinal não é nenhum.


Fonte

Segundo um estudo da marca de vinhos inglesa Lambrini, a mulher média experimenta mais de 21 mil peças de roupa ao longo de toda a sua vida. É incrível como estes estudos têm que ser feitos por marcas de vinho. Será que não há ninguém com tomates para o fazer?

Fazendo as contas, isto dá cerca de 1,3 peças de roupa por dia, 40 por mês e 480 por ano. A questão que se impõe é: mas será que as mulheres compram isso tudo? É óbvio que não. Elas experimentar experimentam, mas até tomarem a decisão final, descartam cerca de metade das provas. Ou seja, compram mais de 240 peças por ano. Sempre é melhor que as 480, que apontava que as mulheres comprariam mais que uma peça de roupa, em média, por dia.

Claro que a união das mulheres, se não for realista, estará já a contestar a credibilidade deste estudo. Então vamos aos dados: a pesquisa ouviu três mil consumidoras.

Se quer mais dados, então veremos:

  • 50% experimentam, mesmo quando não têm intenção de comprar nada.
No fundo, as mulheres gostam de sonhar, de experimentar, de vivenciar coisas que nunca poderiam alcançar com as suas posses. Viver num mundo de ilusão, nem que seja por uns momentos. Ou então, fazem-no, não sendo com roupa cara, porque gostam. Só elas nos podem confidenciar isso.

  • 85% arrepende-se de ter comprado ao chegar a casa, mesmo depois de tanta prova.
Para isto é que eu não encontro explicação. Então, mesmo depois de experimentarem dezenas de itens, arrependem-se da escolha que fizeram? Será este arrependimento em detrimento de outro que sacrificaram para poder comprar este?

  • 85% não se arrepende de não ter comprado o vestido imperdível ou os sapatos em saldo.
Quem se arrepende são os homens, por ter passado o dinheiro para as mãos da mulher (ou os pais, conforme o caso).


sexta-feira, 4 de março de 2011

Entrevistas de 6ª - Entrevistas a twitteiros portugueses

Descubra e faça parte deste novo espaço que muito provavelmente não trará estrelato a nenhum anónimo, mas dar-lhe-á oportunidade de falar sobre tudo. Expressar a sua opinião sem limites. Aqui, na Entrevista de 6ª, às sextas-feiras!

O que nos distingue afinal? Porque é que umas pessoas são de maior interesse do público que outras? Será que nem todos temos direito a aparecer na comunicação social? Eu acredito que nada nos distingue, todos nós temos as nossas aptidões, opiniões, somos uma pessoa independente e com características únicas, tão ou mais interessantes que as actuais celebridades.

Todos apareceríamos na comunicação social se participássemos, por exemplo, num reality-show. Mas, pelo menos acho que a maioria de nós, prefere, se algum dia for reconhecido, que seja pelo seu trabalho, pelo seu esforço. A fama que vem muito rápido tão depressa vai ou, pior que isso, nos arruína uma vida. Na verdade, grande parte merecia o seu espaço, nem que fosse por dez minutos. E é para isso que existem os talk-shows. E é por isso que os talk-shows ainda vendem.

É por isso que eu acredito que entrevistar uma Júlia Pinheiro ou Cristiano Ronaldo é tão importante quanto entrevistas um funcionário público ou uma empregada doméstica. É por esse mesmo motivo que crio este novo espaço, dedicado a entrevistas as pessoas e talentos do Twitter a nível nacional.

Espero que o consiga surpreender, tanto da minha parte, como da parte dos entrevistados. Caso queira integrar também este projecto, poderá contactar-me ou por aqui ou pelo Twitter. Já tweetei também algo relacionado e tenho recebido feedback muito positivo:

Todas as sextas-feiras, em princípio durante a tarde, serão publicadas as entrevistas, a partir da próxima semana. Cada semana contará com um convidado aka twitteiro português e um tema específico.

Não perca, na próxima semana, a entrevista com Mariana Ribeiro, talvez mais conhecida como @MarianaCamposR, sobre vestuário.

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@lppc90